A divulgação do interrogatório de Lula expõe a farsa e o golpe da Globo (por clóvis veronez)

Midiático
Passado o “show do golpe”, patrocinado pela Globo no domingo 13, eis que a PF libera o interrogatório de Lula no aeroporto em São Paulo.
O conteúdo desmascara os objetivos por trás da 24 operação “L (V)asa Jato”.
Trivialidades apenas.
Nenhum questionamento sobre ilegalidades.
Em resumo o interrogatório dos investigadores da Lava Jato pautaram-se sobre suposta confusão entre a contabilidade do Instituto Lula e da empresa de palestras do ex-presidente, a LILS.
Alegaram, baseados em mera suposição, que as palestras no exterior poderiam representar um lobby, mas não apresentam uma evidência sequer.
Elucubraram suspeitas sobre a origem de recursos a fornecedores do instituto.
Insistiram na ladainha a respeito do sítio de Atibaia e do apartamento no Guarujá.
Nem uma uma pergunta direta sobre ilegalidade atribuída ao ex-presidente.

Em entrevista ao SBT em novembro, Lula desafiou alguém a apontar uma “conversa ilícita” com ele.

Kennedy Alencar escreveu sobre a divulgação do interrogatório:

“Há momentos constrangedores e engraçados ao falar de vinhos, tralhas do acervo presidencial, pedalinhos e diárias da Polícia Federal. Mas, ao contrário de indagações feitas nos vídeos em que delatores foram ouvidos, não houve uma pergunta na seguinte linha: “Fulano de Tal acusa o sr. de ter cometido o seguinte crime nessas circunstâncias. O que o sr. tem a dizer a respeito disso?

Mais adiante:

“Se for levado em conta o depoimento dado pelo ex-presidente, ainda há um longo caminho a ser percorrido até que eventualmente seja confirmada a tese anunciada pelo procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima em entrevista no dia da Aletheia: a de que Lula seria o chefe de um esquema de compra de apoio político por meio de propina em contratos da Petrobras. A não ser que os investigadores estejam pensando em recorrer à Teoria do Domínio do Fato”.

Aqui está a íntegra do depoimento publicada pelo Jota.

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