Os dias têm amanhecido mais calmos: O recuo do Justiceiro e da mídia golpista. (clóvis veronez)

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O “freio” ao juiz Sérgio Moro, originado por decisão do STF, resultou no que se pode chamar de “normalidade” na condução da investigação sobre a corrupção. Investigue-se e puna-se a todos comprovadamente culpados – isso todos querem.

Representa, também, uma reviravolta na estratégia golpista, um deslocamento do terreno das ruas para a arena congressual.

Não será mais possível à atitude descaradamente seletiva que vinha dando o tom nos noticiários e na cobertura parcial de manifestações.

De outro prisma, pode representar uma desmobilização na reação das forças democráticas ao cenário anterior. Amornar as manifestações previstas para o dia 31.

Esta pretensa “legalidade” e “isenção” – nova e cínica versão do “Morinho Paz e Amor” e do noticiário da Globo é o embuste, a cortina de fumaça, que dissimula o recuo.

A estratégia de caos e show midiático fracassou diante das deliberações de Teori Zavascki.

Resta, aos golpistas, apostar suas fichas no processo de impedimento comandado por Eduardo Cunha na Câmara Federal.

Tarefa complicada e indigesta diante da opinião pública.

Mais do que nunca é preciso mobilizar, agitar via movimentos e organizações o ato em defesa da democracia no dia 31.

Se empurrar o Cunha cai e com ele a Globo.

Mas, é preciso mirar o futuro!

As manifestações têm que deixar claro ao governo de que ele precisa responder ao momento de crise com a adoção de novas e populares medidas no campo da economia. Ou isso, ou nada feito.

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