O ADVOGADO DO DIABO: A Folha escalou Ygor Salles para defender Janaína do vexame

igor

por clóvis veronez

Ygor Salles é editor-adjunto de Mídias Sociais da Folha.

Foi o jornalista escalado pela Folha de São Paulo para defender o discurso “babado de ódio” da “jurista” Janaina Paschoal em ato pró “impitimam” ocorrido ontem.

Na sua versão, a reação ao discurso de Janaína poderia ser equiparado aquele “outra”, quando da publicação da matéria da revista ISTO É sobre o suposto estado de desequilíbrio da presidenta Dilma.

A reportagem intitulada “As explosões nervosas da presidente” , assinada por Débora Bergamasco, mostra Dilma como uma “autoridade desequilibrada” e sem condições emocionais para comandar o País.

Nada feito, Igor. Não há como comparar!

Aquele lixo, apoiou-se não em fatos públicos, em imagens verídicas, ao contrário manipulou fotos e “aspas” (sem autores) para atender seus objetivos: Desqualificar a figura de Dilma fazendo eco a intentona golpista em curso. Nada, ali, conferia veracidade a narrativa.

Desde sua publicação, a reportagem foi duramente criticada nas redes sociais por feministas, que a consideraram extremamente machista e compartilharam a hashtag #IstoÉMachismo.

O Think Olga, ONG dedicada ao empoderamento feminino, chegou a divulgar uma nota sobre o tema, contextualizando-o com o termo Gaslighting – violência emocional por meio de manipulação psicológica, que leva a mulher a achar que é louca ou incapaz.

“É muito grave quando a imprensa apresenta esse comportamento – e ela o faz com toda intenção e consciência de seus atos -, pois ela legitima sua ocorrência nas nossas vidas e na vida de todas as mulheres. Como no caso da capa desta semana da Revista ISTOÉ, que traz a presidente Dilma em uma foto de aparente descontrole emocional e cujo foco é noticiar esse comportamento na presidenta com o único objetivo de retratá-la como louca e desmerecê-la pessoal e profissionalmente.”

O caso da Janaina Paschoal

Neste caso, YGOR, as imagens do descontrole a quem caberia o argumento lógico da lei, a espuma e a baba do fascismo brotando no canto da boca, o sangue nos olhos a alimentar o ódio como posição política. Não existe (pré)conceito existe o fato, Janaína é indefendível nem Mefisto o faria.

Os argumentos da Folha.

A internet não está sabendo lidar com discurso da autora da ação do impeachment

POR YGOR SALLES
Janaína Paschoal durante o discurso no Largo do São Francisco (Foto: Fabio Braga/Folhapress)
Janaína Paschoal durante o discurso no Largo do São Francisco (Foto: Fabio Braga/Folhapress)

Janaína Paschoal, uma das autoras do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, se tornou na manhã desta terça-feira (5) O assunto nas redes sociais graças ao discurso que fez na noite de segunda(4) em um ato na Faculdade de Direito da USP, onde ela leciona.

E não foi por um motivo lá muito sério.

O que anda ‘quebrando a internet’ foi a, hum, veemência do discurso de Janaína. Gesticulando muito, a professora partiu para o ataque contra o governo e, em especial, contra Lula e Dilma. Em um dos momentos mais comentados nas redes sociais, ela diz que “acabou a República da Cobra”, em alusão a uma menção indireta ao apelido de “jararaca” com o qual o ex-presidente Lula se referiu.

O nome de Janaína Paschoal está nos trending topics (assuntos mais comentados) do Twitter no Brasil desde a madrugada de hoje.

Por enquanto, a maioria das menções a ela são negativas, algumas até grosseiras.

Integra da matéria

http://hashtag.blogfolha.uol.com.br/2016/04/05/a-internet-nao-esta-sabendo-lidar-com-discurso-da-autora-da-acao-do-impeachment/?cmpid=twfolha

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