Calma ae: devagar com o andor que o santo é de barro (clóvis veronez)

santo

Há dias que os atores do tele jornal redundam, em tom da surpresa e com a voz embargada, a ladainha de corruptores arrependidos. Esse disse isso e aquele disse aquilo. É bosta no ventilador que não acaba mais. Até a consciência “virgem” da Luciana Genro deve explicações e vem à público concedê-las.

Aparentemente, não escapa ninguém.

É o “fim do mundo”. O bandido virou mocinho da estória e tu o otário.

Bilhões que não caberiam num vagão, foram transportados em incríveis maletas mágicas.

Ora,ora, nisso a Luciana Genro tem razão: me disseram, ouvi falar, etc… nada provam.

Apresente-se ao público e ao juiz o número das contas, os recibos de depósito, para que a “deduragem” institucionalizada possa servir à execução da justiça.

Tudo que se vê e ouve é preciso estranhar. Tudo que se vê e ouve é de quem se encontra diante da perspectiva de apodrecer na cadeia, em meio à ralé de criminosos  “comuns”.

A seguir , uma ótima reflexão sobre os fatos da semana, do professor Roberto Moares.

“Há fatos concretos alegados pelos delatores. Mas é preciso que estes sejam provados.

Não apenas em relação a Lula, mas a todos.

A Justiça, num estado democrático, precisa de provas para punir.

A mídia, no estado em que estamos, as dispensa.

Como aos promotores da República de Curitiba, bastam-lhe as convicções”.

Não bastou afastar Dilma.

Não foi suficiente, atribuir a podridão da cultura politica brasileira, exclusivamente ao PT.

Não chegou, fazer uma múmia traidora presidente.

Nada foi suficiente, o inimigo ainda se move. Ele está vivo e é preciso abatê-lo, expor sua cabeça ao povo.

Que fique claro: estamos na páscoa e de cristos crucifixados estamos fartos!

 

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