“Colaboração premiada”com o incêndio na mídia (por clóvis veronez)

O princípio, alegado, da delação premiada é o de produzir prova. Pouco importa para se é ou deixa de ser, desde que possa incendiar o noticiário.

Há cinco maneiras de combater com fogo. A primeira  consiste em queimar homens; a 
segunda em queimar provisões; a terceira, em queimar equipamentos; a quarta, em 
queimar arsenais e depósitos; a quinta, em utilizar bombas incendiárias. ( Sun Tzu - a arte 
da guerra)

A delação de ex-presidente da OAS contra Lula é tão falha que seus advogados se demitiram após o depoimento. É oportuno lembrar, que a onze meses atrás o mesmo Léo Pinheiro inocentou Lula e não teve sua delação aceita por Moro.

No depoimento, Léo Pinheiro disse que o triplex era da família de Lula e que não tem provas pois o ex-presidente falou para ele destruí-las.

Condenado a 39 anos de prisão e preso pela segunda vez desde setembro do ano passado, Léo Pinheiro negocia um acordo de delação premiada no qual prometeu entregar irregularidades de Lula, do PT e de ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

Após o depoimento desta quinta-feira (20), os advogados Roberto Telhada e Edward Carvalho deixaram a defesa do empreiteiro. Ele era cliente dos criminalistas desde que foi preso pela primeira vez, em novembro de 2014.

Roberto Telhada e Edward Carvalho eram advogados de Léo Pinheiro desde a primeira vez que ele foi preso.

Antes do depoimento, o Ministério Público confirmou que Léo Pinheiro tem negociado delação premiada com os procuradores. A defesa de Pinheiro disse a Moro que essa negociação não foi feita pelos advogados.

No depoimento, Léo Pinheiro disse que o triplex era da família de Lula e que não tem provas pois o ex-presidente falou para ele destruí-las.

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