As margens que oprimem (clóvis veronez)

o rio que

Na versão dos telejornais “Globais”

Disseram da violência do exercício

Da liberdade, d’um legítimo protesto,

Seguiram-lhes a repercutir

Abutres e inimigos do povo.

Da violência do rio que tudo arrasta

É coisa, que preferem não ver

escondem a brutalidade do cassetete

Das estupidas estrelas de um alto “oficial”

Que esfacelou o crânio/cérebro adolescente

cassetete

Omitem, como farsantes,

com a naturalidade, dos hipócritas! 

Vocês são as margens, que comprimem as águas

Dissimulam no gesto atroz

 A paz que dizem proteger! 

 

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