Um juíz prá torcida: no “jornalão”, no fantástico e no facebook (clóvis veronez)

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O Brasil vive o drama de uma eleição que não acabou. Da democracia abortada pela inconformidade das oligarquias nacionais, com as derrotas consecutivas no único elemento que a totaliza – o voto!

2014 não acabou.

Disparou o tiro inicial  de uma disputa  entre o passado e o futuro.

Um passado, que se não foi superado nos seus traços mais arraigados de uma cultura patrimonialista, coronelista e fisiologista, já começava, no presente, apontar conquistas que lhe influenciariam em sentido contrário.

Seria, era preciso, barrar os seus avanços.

Inadiável fazer pesar negativamente a relação de custo/benefício positiva do período em curso. Afinal haveria 2018 e lá, fatalmente estaria Luiz Inácio.

Houve um ensaio da direita midiática em 2013, respondido com mais conquistas, especialmente, nos programas sociais (mais médicos e moradia).

O ensaio de 2013 foi radicalizado nas manhãs de domingo de 2015, com as cores e camisas da CBF e justificativa de “moral direitista” do combate a corrupção e criminalização da esquerda.

A crise arranjada e bombardeada nas telas da tv e Smartfones, alavancaria seus reflexos na economia. Evidente que isso não se  faria problema. O custo da crise iria parar na conta, justamente dos beneficiários do período que precisava ser apagado.

No entanto, a componente preponderante do comportamento político é a da escolha racional (a vida material do cidadão) seu bem estar.

Isso a crise não deletou e lá está Luis Inácio no topo da lista maldita. Aquela que revela a preferência do eleitor para a disputa que não acabou – a presidência da república brasileira.

Destrua Lula Moro, ele não pode chegar lá.

Use o Fantástico, a rede social, o editorial dos nossos jornais, o caramba. Mas não falhe Moro!

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