A comunicação política nas redes sociais está restrita (clóvis veronez)

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Para quem administra páginas na web, especialmente páginas de conteúdo politico fora da mídia tradicional, fica fácil constatar. Nos perfis individuais isso será difícil de perceber, pois estes não oferecem aos usuários , estatísticas de alcance e envolvimento com as publicações.

Qualquer texto ou matéria versando sobre os eventos de Curitiba ou sobre o andamento das manobras para aprovação das “reformas” de Temer no congresso, desde que posicionadas no espectro da esquerda política tiveram, nos últimos dias, uma acentuada restrição naquilo que se denomina “alcance orgânico”, ou seja, sem aporte financeiro ou sem “patrocínio”.

Outro fenômeno perceptível é uma visível dispensa de assinatura em alguns veículos da mídia corporativa, quando se trata de conceder palanque à “República de Curitiba”. O Estadão, a Folha de São Paulo e O Globo liberaram as publicações, especialmente as do juiz Moro, para qualquer um que tente acessar. Ao contrário, as que originam-se em posições do campo adversário são dificultadas, restringindo-se aos assinantes digitais.

Ainda mais: vídeos ao vivo´da mídia ninja, ou de deputados do campo popular são praticamente impossíveis de serem visualizados, via de regra são interrompidos ou arrastam-se.

 O jogo, não é para principiantes.

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