Passando “batido” (clóvis veronez)

comércio

Na classe média tá “todo mundo” na maior dureza. Entre os mais pobres, faz-se, hoje, as contas do amanhã incerto. Fora os poucos endinheirados, as pessoas comuns experimentam a crise nas suas casas, no trabalho, na escola, pelas ruas onde andam em todo lugar e o tempo inteiro.

Essa sensação, inédita para uma geração inteira, é resultado de um “Estado de Mal estar Social”. De um país traído, usurpado pela malta no governo.

Mas, tem um aspecto nessa maracutaia que deveria causar espanto: a atuação de alguns veículos da mídia, satélites da moral da carochinha.

Essa estória do email da Monica é coisa de Sétimo Céu ou de preferências, ainda mais duvidosas. E, assim segue a novela diária dos telejornais. É isso?

No entanto, em paralelo ao “serviço de informação politica” e, tão descarado quanto, esses satélites atuam na esfera local, no papel do vampiro que conduz a vítima cambaleante para extrair-lhe a última gota de sangue.

Durante toda semana passada, a Rádio Gaúcha divulgava números otimistas, com relação às compras no comércio. Baseava-se na possibilidade de consumo a partir de recursos originados no FGTS. Chegaram a estabelecer quanto se deveria gastar em presentes no dia das mães, R$ 75, em média, seria o que cada cidadão deveria dedicar a mãe do mercado.

Traduzindo: atuaram para fazer voltar o dinheiro aos seus “legítimos donos”, no seu fronte mais sacrificado. São o comércio varejista e o pequeno empreendedor, os primeiros a absorverem os efeitos da política geral para a economia.

Hoje, mais cedo, a mesma Rádio Gaúcha divulgou uma expectativa de perdas no comércio varejista da capital, em torno de 5%, quando comparadas as vendas em 2015 na data dedicada as mães.

Nenhum comentário, passou-se batido!

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