“Dalanhar” não basta, tem que provar ou “Luladrão” roubará a eleição (clóvis veronez)

dispara

O eixo central por onde transcorreram todos os fatos que originaram o atual momento politico, tiveram como porto de partida o cais do combate a corrupção, reapresentado à sociedade e ao momento histórico, como farsa repetida de vários outras passagens no curso da vida nacional e, só para não deixar no vazio, cabe recordar os momentos que antecederam o golpe militar em 64 e a cobertura que lhes atribuíram os mesmos agentes “formadores” da opinião pública naquela ocasião.

Há, no entanto, uma evidente distinção entre 64 e os tempos atuais.

A principal e fundamental é a velocidade de propagação da informação politica pela via digital.

Embora a televisão e os grandes jornais, comandados pelas mesmas oligarquias, continuem exercendo a tarefa de pautar o debate na esfera pública, eles não estão sós, ainda que continuem pautando não conseguem preservar o pensamento único sobre a verdade dos fatos, nem sobre o julgamento “moral” que deles decorrem, por dentro do tecido social.

Não pretendo afirmar que existe entre os comuns, entendimento suficiente, que permita compreender a essência da disputa classista na politica , mas que ninguém veste “chapéu de burro”, nem o da Globo, por longo tempo.

Minha convicção é que a velocidade da comunicação em rede, nos dias atuais, acaba produzindo uma atmosfera volátil no comportamento da opinião pública, sem nenhum precedente na história.

Está evidente que o debate seletivo sobre a corrupção, disparado sob os “bons olhos” da imprensa sofreu reveses imprevistos nos subterrâneos dos interesses que o promoveram.

Isso fica evidenciado no rechaço popular ao governo golpista e na direção da intenção de voto apurada por todos os institutos de pesquisa.

Não bastará, tenham certeza, “Dalanhar”. A sociedade exige provas, ou…

O tal “Luladrão”, parece,

já roubou, também,

a eleição.

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