O ápice da ingenuidade (clóvis veronez)

logo observatório

O ápice da ingenuidade política é acreditar numa justiça neutra (fora do campo do poder). Gilmar Mendes é um canalha, que passou de herói a vilão nos olhos dos barões da mídia “globosta”. Essa mídia não exita em recorrer ao “senso comum moralista”, para obtenção de objetivos, é claro, políticos.

O apoio da Globo e dos seus satélites, ao parecer do relator Herman Benjamin, tem um motivo evidente, que não é enterrar o cadáver do Temer, mas abrir um precedente, em instância superior, para que o verbo “dalanhar” seja incorporado ao dicionário jurídico/político e, com isso, legitimar o espetáculo farsesco promovido nos subterrâneos da república curitibana e a perseguição implacável ao ex presidente Lula. E, ainda mais, como efeito colateral, caçar os direitos eletivos da Dilma.

Gilmar Mendes é um canalha, repito, age por motivações políticas (como qualquer outro), mas defende a tese correta no tribunal eleitoral.

Delações, tortura e convicção, não são critérios para o exercício da justiça.

Ninguém, nem o Temer, merece!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *