Meu silêncio nunca esteve à venda, disse Cunha para os otários (clóvis veronez)

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O depoimento de Eduardo Cunha, para a Policia Federal em Curitiba, é emblemático para a compreensão da lógica que conduz todo o processo delatório e ou interrogatório na República Curitibana. O que lá ocorre é um jogo de interesses, que a grande mídia não ousa desafiar ou minimamente estranhar.

Ao falar, Cunha disse, que o seu silêncio nunca esteve à venda.

O comportamento do portal G1 (da Globo) é de apresentar de forma neutra o depoimento. Isso pode até representar, do ponto de vista do jornalismo, uma postura correta. Mas contrasta com o formato adotado pela emissora quando trata de conferir “valor de verdade” qualquer coisa que possa comprometer a imagem dos seus alvos preferenciais (tal como o Lula).

No caso, o depoimento de Cunha, possui forte indício de que esteja mentindo, quando comparado aos fatos já comprovados sobre a delação de Joesley Batista, que afirmou ter recebido aval de Temer para comprar o silêncio de Cunha. Sobre isso, nenhum espanto no G1.

Na delação, o empresário Joesley Batista entregou a gravação de uma conversa com Temer na qual afirma que o presidente deu aval para que ele continuasse pagando Cunha, para que ficasse em silêncio e não fizesse um acordo de delação.

Eduardo Cunha, foi o bandido que comandou a farsa do “impitimam” da presidenta Dilma. não está à venda, mas como disse Fernando Brito no Tijolaço , pode estar para troca.

Alias, a troca é o traço marcante nas salas e cadeias curitibanas.

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