No golpe e na mão grande (clóvis veronez)

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A semana começa com a pantomima trapalhona do parecer sobre Temer na CCJ e a votação da reforma trabalhista no senado. Essa última, de fato, o dado relevante por trás da cortina de fumaça e da “salada de ratos” servida na mesa do povo brasileiro pelos garçons do golpe.

É, sem delongas, a etapa “mão grande” da “porquice” toda, que começou com o não reconhecimento do resultado das urnas em 2014.

Se o golpe subtraiu direitos políticos e vontade popular, anulando o sufrágio, essa etapa trata objetivamente, de entregar a conta da canalhice para a população, com o ataque frontal aos seus direitos históricos.

A etapa “Mão Grande”, na estratégia golpista, tem em foco outras três fases em sequencia: a via Maia, indireta, para substituição do presidente moribundo, uma investida derradeira no desmonte da previdência e a definição das regras eleitorais para 2018, que o bando denomina “A Reforma Política”.

De outro prisma, as votações na CCJ e da “reforma trabalhista” no senado, representarão  um momento de avaliação do balanço das forças para o enfrentamento das etapas subsequentes e do estágio de fracionamento na base do atual governo.

Há, ainda, uma possibilidade de que o Moro anuncie o veredito sobre o “Xispléx” que não é do Lula, mas que convicções pétreas e originais lavajatenses, podem afirmar que sim.

É segunda feira e, a semana é uma criança, ensaiando passos.

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