Os sinais de picaretagem no fundo da ração “Doria Show”

No Cafezinho

doriashow

Jussara Soares, do insuspeito O Globo , revela sinais de que a história da “ração para pobre” anunciada  (e já “desanunciada“) pelo prefeito João Doria Jr. pode ter, em sua composição, coisas mais podres do que se imaginava.

Primeiro, que o rol de instituições que a tal Plataforma Sinergia apresenta como “parceiros” não conhece a chefa da tal ONG senão “de vista”, em eventos para os quais foram convidadas.

Depois, o mais intrigante: o site da Sinergia está registrado pelo senhor Ivan Baldini, diretor do Sindicato dos Hotéis e Restaurantes de São Paulo (Sinhores-SP). Baldini, um motorista prudente, escapou de dizer qual é sua relação e a do sindicato  com a Sinergia alegando que estava dirigindo e não poderia falar ao volante.

Há uma semana, este modesto blog carioca está sugerindo pauta aos seus coleguinhas paulistanos.

Onde foram feitos os “biscoitos caninos” servidos por Doria? Surgiram de geração espontânea?

Em que fábrica, já que a Sinergia não tem uma, apesar de dizer que teve? Se teve, onde era? Tinha registro, ou tem?

Qual foi o equipamento usado na liofilização das “prendas”? Não foi “caseiro”, porque nunca vi um anúncio das Casas Bahia dizendo: “Promoção: Liofilizador caseiro por 12 de R$ 19,90 sem juros“.

Liofilizar não é só esquentar e congelar. É uma técnica cara e de rígido controle.

De onde vieram os alimentos perto da validade vencer usados na produção dos potinhos decorados, coitada, com a imagem de N.S. Aparecida?

Agora que apareceu o sindicato dos hotéis e restaurantes na história, não se culpe se alguém estiver sentindo o gosto de restos de comida.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *